6 de fevereiro de 2012

18 de janeiro de 2012

Florence and the Machine + Summer Soul Festival

Desde que saiu o Cerimonials do Florence and the Machine, já logo deu para notar que a banda estava passando por mudanças. Além do amadurecimento da vocal Florence Welch, ainda dá para perceber batidas mais fortes e uma aproximação maior com o clássico. Diferente do primeiro álbum, Lungs, as músicas do Cerimonials parecem fazer parte de uma mesma composição. A identidade que a banda buscava no primeiro disco, eclético em ritmos e estilos, agora parece ter sido de fato encontrada, e o que já era bom.. ficou ainda melhor!


Shake it out - Faixa do álbum Cerimonials

Bom, o motivo de eu parar para falar de FaTM enquanto todo mundo também está falando, é que não dá para ignorar músicos tão talentosos e inovadores. Desde que conheci a banda, na época em que Dog Days are Over estava bombando, eu começei a ouvir tanto, que em 1 mês o Lungs já subiu no podium do meu Last.fm . Fiquei semanas viciada em uma música após a outra até ter passado pelo álbum todo. Com o Cerimonials não está sendo diferente. E estar viciada em uma música do Florence and the Machine não é como estar viciada em Michel Teló (que a música fica tocando involuntáriamente na sua cabeça até que você tenha vontade de se matar), é ficar com vontade de ouvir o tempo todo, e a cada vez que ouvir ter uma interpretação diferente, ou sentir algo diferente e sobretudo desejar como nunca ver aquela performace ao vivo.
E como todo mundo já sabe.... Florence já está no Brasil para as apresentações do Summer Soul Festival, nos dias 24 (São Paulo), 25 (Rio) e 28 (Florianópolis).
Quem quiser comprar ingressos, ainda tá vendendo lá no livepass. Mas antes disso não custa nada tentar a sorte no sorteio que o Rock n' Beats ta fazendo. Mas CORRE que o sorteio vai ser hoje, 18/01! E boa sorte. :)

13 de janeiro de 2012

Doses diárias de fofura.



Corujinhas incrívelmente lindas e criativas ♥.
E tem muito mais lá no A hoot a day, ou "um piado por dia".

30 de dezembro de 2011

Um post sobre realização profissional.

Estando a um dia do fim do ano, enquanto todos estão fazendo retrospectivas deste ou listas para o próximo, eu não pude deixar de refletir sobre os acontecimentos dos últimos 365 dias: entre mudar de cidade, morar sozinha, fazer faculdade etc, ainda tive a oportunidade de por em prática uma das top 3 motivações que me fizeram seguir na carreira de produção audiovisual: a possibilidade de mudar (mesmo que um pouquinho) a vida das pessoas.

Foi durante o estágio lá na Vídeo Base, que pude participar do Curta e Aprenda. O projeto, que não possui fins lucrativos, surgiu de uma parceria entre a produtora e a Fundação Educar com o objetivo de dar às crianças e adolescentes partcipantes, um primeiro contato com a produção de vídeos. Na pratica, os meninos tem uma aulinha sobre o processo de criação e sobre o que é e como funciona cada equipamento, e depois põe a mão na massa: ajudam a escrever o roteiro, atuam e participam ativamente nas gravações, resultando em um curta-metragem.
No começo, tudo o que se passava pela minha cabeça era como seria possível controlar 30 jovens soltos pelo set e como produzir um curta com eles em menos de uma semana! Bom, as respostas para essas perguntas vieram à medida que os dias passaram: o interesse deles no projeto era tão grande que manter a atenção e fazer as coisas funcionarem não foi (tão) difícil. E mais do que isso, no fim das gravações o carinho que recebemos de volta foi imensurável.

Mais do que portfólio ou visibilidade, o que se ganha com esse projeto vem da troca de experiência.


Curta metragem realizado na terceira edição do projeto Curta e Aprenda


Entre uma infinidade de outras produções que buscam alguma mudança direta e ativamente, ainda deixo como dica o documentário Escola de Bambu do jornalista Vinícius Zanotti (leia mais aqui), e o premiado Lixo Extraordinário do diretor Lucy Walker (mais aqui).